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Bom dia - Itabira, domingo, 28 de fevereiro de 2021 Hora: 06:02

COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Não ligue para os seus críticos”
18/02/2021

Meus amigos e amigas ouvintes, estamos vivendo um tempo atípico em que todo mundo critica todo mundo, não é verdade? Para ser honesto, se eu ficasse incomodado ou imobilizado devido à opinião dos meus críticos, posso garantir que você não estaria lendo ou ouvindo, pela Rádio Pontal FM essa crônica de hoje. Na verdade, os críticos fazem parte da vida cotidiana, e a crítica é algo que todos nós temos de encarar, seja ela benéfica ou de mau gosto. De fato, a única maneira de se evitar as críticas é viver uma vida isolada onde as pessoas não estão expostas ao seu trabalho, personalidade ou comportamento. Às vezes as críticas que recebemos são valiosas, até mesmo úteis. Outras vezes, são rematadas tolices. De qualquer modo, aprender a ouvir e ver a crítica como “coisa pequena” é incrivelmente útil nos nossos esforços para viver uma vida de estresse reduzido. Já pensou nisso?

Desde que me lembro, a minha meta foi espalhar alegria para o máximo de pessoas que pudesse. Passei minha carreira tentando ajudar as pessoas a se tornarem mais relaxadas e pacientes, a apreciarem a vida e fazerem menos tempestades em um copo d’água. Contudo, apesar das minhas boas intenções, eu acho, e do amor ao próximo como nos ensina as Escrituras Sagradas, muitas vezes fui criticado duramente por tudo que tentei fazer, desde ao mais humilde companheiro de trabalho, um simples faxinador, ou aquele que fazia o café, um amigo, levando-lhe palavras de incentivo e a expectativa de dias melhores. Houve até quem me acusasse de tentar prejudicar com minha mensagem de alegria! Coisa da vida minha nêga! Desde que me entendo por gente, algumas pessoas me diziam: -

“Você não pode ser tão amigo de seu subordinado”, ou “Sua vida não é semelhante à dele no trabalho”. Gente, não há como evitar comentários maldosos e ineficazes; alguém sempre vai ter objeção quanto a algo do que você está fazendo, não é mesmo? Se pensar sobre o assunto, por exemplo, uma vitória política arrasadora pode ser uma na qual o vencedor receba 60% dos votos. Isso significa que mesmo numa vitória convincente, 40% das pessoas desejavam que o vencedor perdesse, não é verdade? Perceber essa estatística meio surpreendente me ajudou a ver objetivamente as críticas que recebia. Ninguém é importante o bastante, bom o bastante ou bem intencionado o bastante para escapar das críticas, não é mesmo?

Sempre foi assim desde que o mundo é mundo e de quem me conhece como gente.

Certa vez perguntei a um amigo especialista extremamente calmo e tranquilo, meu ex-professor no Ginásio Estadual, cito o seu nome em memória ao meu respeito e consideração e admiração a ele, Dr. Paulo Sampaio Guerra, o Paulino dentista como era mais conhecido como ele lidava com as críticas ruins. Ele me respondeu: “Sempre tento ver se há um grão de verdade no que está sendo dito.

Honestamente, muitas vezes há. Nesses casos, tento aprender o que posso, e em seguida deixo a crítica pra lá. Muitas vezes o meu crescimento vem diretamente depois de uma dose de críticas. Por outro lado, descobri que se não há nada significativo na crítica, ela simplesmente vai desaparecer. “A pior coisa é levá-la para o lado pessoal e ficar na defensiva”. Sábias palavras que as guardo nos confins de minha consciência, pois todo mundo tem direito à sua opinião.

Sempre vamos encontrar pessoas que têm pontos de vista diferentes ou que veem a vida de modo diferente da nossa. Que seria do mundo se todos gostassem somente da cor vermelha? O que fariam com as demais? Quando conseguimos aceitar isso, a crítica não terá o mesmo poder que tinha antes. É sempre bom lembrar que a mesma coisa que uma pessoa adora vai irritar outra pessoa. Algo que você, caro ouvinte achar engraçado, eu posso achar tedioso, e vice-versa. Por mais que tentemos, por mais positivas que sejam as nossas intenções, sempre haverá alguém para criticar. Bem-vindo à raça humana! Quando tomamos a decisão de não ligar para nossos críticos, nosso ego, nossa autoestima e autoimagem não são mais magoados, e a vida profissional parece muito mais estressante, não é mesmo?

Meus amigos e amigas ouvintes, de padre Roque Schneider, SJ tomo emprestado a pílula para combater críticos e críticas que absorvemos pela vida afora, ou seja, tomando a cada dia o remédio que tem o nome de, A TERAPIA DO BOM HUMOR: “Você deseja um conselho viável, bem prático? Ei-lo: amanheça cada dia com a luz da esperança nos olhos, sorrindo, rezando. – Senhor, afasta de mim as preocupações desnecessárias, a impaciência, o ódio, a criatura maldosa, o desamor. Abençoa meus familiares, parentes, colegas, amigos. Todos aqueles que eu encontrar ao longo do dia de hoje.

- Senhor, que eu assuma meu trabalho com generosidade e bom humor, amando as tarefas e compromissos que irei assumir, executar, jogando longe os sentimentos negativos que só deprimem e debilitam, envenenando meu espírito.

Fica comigo, Senhor, ao longo de mais um dia. Quero sorrir, cumprindo meu dever. Quero ser “útil Senhor, incansável, jovial, sem nunca esmorecer.”

Pensem nisso, amigos e amigas ouvintes e siga sua vida, dando um chute nos críticos e criticas que o mundo, através das pessoas inescrupulosas, nos oferece. Xô satanás! Deus é Maior! Pensem nisso.








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