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Bom dia - Itabira, domingo, 12 de julho de 2020 Hora: 06:07

COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Mulher, guerreira do amor e ícone da família”
10/03/2020

“Homem não é aquele que conquista várias mulheres ao mesmo tempo, e sim, aquele que conquista a mesma mulher todos os dias” (autor desconhecido).

Meus amigos e amigas de nosso encontro semanal: poderia eu iniciar a crônica de hoje transcrevendo uma linda e maravilhosa crônica de um famoso poeta ou escritor da mais alta conceituação do mundo literário, ou ainda, de uma poetisa ou escritora conhecida nacionalmente, porém, me reservo o direito de assim a escrever extraindo de minha pequenez inteligência com o pensamento de um autor desconhecido, como o acima epigrafado em homenagem à mulher, pelo seu Internacional dia. Vale a pena recordar que a ideia de criar o Dia da Mulher surgiu no final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa. Foi uma luta, até então extraída no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, pelo direito de voto e pela dignidade. A primeira celebração deu-se em 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes. As manifestações uniam o movimento socialista, que lutava por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas, ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos. O dia 8 de março foi adotado pelas Nações Unidas para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguistas, culturais, econômicas ou políticas.

É claro que vivemos num século que gosta de slogans, de faixas e letreiros luminosos. A publicidade, tão inserida em nossa sociedade de consumo, vive confeccionando slogans de impacto e novidade para vender seus produtos, para conquistar novos mercados e maior número de clientes. Que bom seria se cada um de nós fosse uma espécie de alegre anúncio de boas notícias, constante manchete irradiando energia positiva, paz, ternura, amor. Um “cartaz” realmente luminoso, positivo, festa para os olhos e o coração. Os egoístas, voltados apenas para si mesmos, carregam trevas e planta insegurança, escuridão. Num mundo de tantas notícias tristes, sombrias e dolorosas, seja luminoso, meu irmão, minha irmã. E seu lar e local de trabalho serão um pouco mais bonitos, habitáveis e ensolarados.

Pensem nisso. Às vezes, na vida para compreendermos a mulher precisamos divagar. A mulher, querendo ou não, é a rainha do lar.

A vida e a experiência nos ensinam ao longo de cada dia: o otimismo, com a felicidade é um dom raro e precioso que precisamos defender sagradamente. São tantos os inimigos da alegria, do otimismo, da esperança, do rosto sorridente, descontraído! É tão frequente acordarmos mal-humorados de manhã. Por quê?

Porque recordamos um único dissabor do dia anterior, esquecendo uma série de coisas boas que aconteceram. Os espinhos escondem as flores, não é mesmo? Uma andorinha isolada consegue empanar nosso verão de felicidade! Já pensou nisso?

Alegria não se compra em farmácias. Felicidade exige um preço: o dever cumprido. Um favor prestado. Um sorriso, um perdão difícil. Estas as pontes privilegiadas que nos levam ao país da alegria, da fraternidade e da paz que o dinheiro do mundo não consegue dar, isto é, seu lar, sua casa, sua mulher, filhos.

Amamos, brigando. É oportuno lembrar-se de um ditado americano: “Home sweet home”, isto é: Lar doce lar. Existem lares doces e lares amargos, não é mesmo?

Somos estranhos, curiosos, desconcertantes, não raro. Amamos, brigando e brigamos amando. Não é essa a radiografia perfeita e acabada de muitas famílias, hoje? O ódio, a desavença, o rancor, o despeito e os ressentimentos não são nada inteligentes. Muitos esposos, pais, irmãos e filhos descobrem esta verdade quando já é tarde, tarde demais. Quando tudo ruiu, quando os escombros estão aí, quando o lar se desfez e o amor terminou. Certa vez, ao passar por uma residência, vi escrito na porta de entrada: “O sorriso que você nos traz enche esta casa de amor, de luz, de esperança e de paz”, letreiro este que muito me ajudou a construir meu lar.

Meus amigos e ouvintes de nosso encontro semanal, de que adianta um lar sem amor; um rosto jovem e bonito, se o coração transborda ódio e desamor? De que adianta um ótimo emprego, um apartamento bem mobiliado, se nos falta um coração alegre e um clima fraterno dentro do lar? De que vale todo conforto dentro de casa, se todos gritam e agridem uns aos outros, ninguém se entende, ninguém dialoga, todo mundo parte para a briga e a retaliação?

Mundo sem amor e respeito mútuo é casa de loucos e desatinados. Lar sem amabilidade, sem renúncia assumida, sem o sacramento da reconciliação constante, vira inferninho, quando não, um verdadeiro inferno. E jamais será um recanto de convívio arejado, agradável e fraternal. Conviver é gratificante e luminoso, quando existe paz, ternura e amor, não é mesmo? Concordam? Feliz o Dia da Mulher, no seu Dia Internacional. Você guerreira do Lar. Você guerreira do Amor. Você ícone da família. Parabéns.








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