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Boa noite - Itabira, quinta, 19 de setembro de 2019 Hora: 19:09

COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Nossos relacionamentos e a lição do fogo”
08/08/2019

“Não repreenda asperamente o homem idoso, mas exorta-o como se ele fosse seu pai; trate os jovens como a irmãos; as mulheres idosas como a mães, e as moças como irmãs com toda pureza” (1 Tm 5.1-2).

No texto acima, Paulo dá várias instruções a Tito sobre o que ensinar à pessoas com as quais ele se relacionava. Texto este tão atual para o momento em que vivemos nos dias de hoje, não é mesmo? Mas, em primeiro devemos lembrar como deve ser o cristão de hoje, de acordo com a doutrina correta, sem acréscimos de opiniões pessoais, falas interpretações ou novas revelações. Depois alista as faixas etárias e dá orientações sobre cada uma delas. É interessante ver o que Deus requer de jovens e idosos e quais as necessidades dessas pessoas a levar em conta quando nos relacionamos com elas. Já pensou nisso?

No versículo acima exposto aprendemos que devemos considerar aqueles com quem temos de nos relacionar como se fossem membros de nossa família. Isso muda tudo! Por exemplo, ao perceber um senhor fazendo algo que não condiz com seus preceitos humanos ou humanitários, isto é, algo de errado, ao tomar a atitude de aconselhá-lo como faria com seu próprio pai – com todo respeito e carinho, faze-o sim, mas lembrando de que ele ou ela são seres humanos. Não devemos ser rude, pois não faríamos, ou agiríamos desta maneira com um parente, e, naquele instante essa pessoa é como se fosse um(a) nosso(a) parente, não é mesmo?

Aliás, este texto com o qual iniciamos nosso encontro de hoje faz-nos pensar como estamos tratando nossos familiares. Se não tivermos bons relacionamentos em nossa casa, como vamos lidar com desconhecidos ou com pessoas com as quais não temos muita proximidade? Como então, ter bons relacionamentos? Considerando as necessidades das pessoas e também aquilo que Deus espera de cada um de nós nas diversas fases da vida?

Tratar as pessoas como se fossem nossos familiares significa demonstrar amor. Já pensou nisso também? Paulo acrescenta que é preciso que tenhamos um procedimento exemplar – não importa qual seja nossa idade. Se praticarmos boas obras e nosso ensino for baseado na Palavra de Deus, ninguém terá como fazer qualquer acusação contra nós.

Gestos desta natureza conduz o ser humano a uma vida dedicada a Deus e coerente com os princípios cristãos e do bom viver. Pense nisso, pois Relacionamentos amorosos são normas do cristão em casa, na igreja, na rua e na vida.

Às vezes, no nosso cotidiano necessitamos de um empurrão como este que Paulo nos concede através de seus ensinamentos. Ou, se quisermos podemos também tirar proveito da lição do fogo, como se narra abaixo, autor desconhecido: “Um membro de um determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar de suas atividades que fazia há anos.

Após alguma semanas sem comparecer ao trabalho, sequer sem prestar qualquer informação, o líder daquele grupo de trabalho decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria.

O líder ao chegar à casa de seu companheiro encontrou-o sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor. Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.

O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, porém, não pronunciou nenhuma palavra. No silêncio sério que se formara, apenas contemplavam a dança das chamas em torno das rachas de lenha, que ardiam. Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.

Voltou então a sentar-se, permanecendo em silêncio e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto. Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que era antes uma desta de calor e luz, transformou-se num negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada. Nenhuma palavra até então se ouvira, desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele se tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele. Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: - Obrigado por sua visita e belo belíssimo sermão.

Estou voltando, amanhã, ao convívio do grupo. Deus te abençoe! Belo exemplo para a nossa vida também, vocês não acham? A todos nós pertencentes a um grupo de orações, ou a qualquer grupo de uma entidade religiosa, vale lembrar que eles fazem parte da chama e que longe do grupo eles perdem todo o brilho, se apagam como o ocorrido com a brasa. Cabe, também, nesta oportunidade, lembrar a todos os líderes, religiosos ou não que eles são responsáveis por manter acesa a chama de cada um e por promover a união entre todos os membros, para que o fogo seja realmente forte, eficaz e duradouro. Com seu exemplo, o líder nato cativa seus liderados e não é pelo muito falar que será ouvido, pelo contrário é ouvindo mais que os membros da equipe chegam a uma boa solução.

Pensem nisso, amigos e ouvintes: nenhum líder está imune a falhas, mas o líder nato é humilde, ouve e respeita os seus liderados. Outra lição que podemos tirar é que as pessoas que se julgam autossuficiente, arrogantes, autoritárias, indiferentes aos problemas dos seus semelhantes, aqueles que não se envolvem nem se comprometem a ajudar aos necessitados e agem por instinto, racional, não dão amor porque não tem para si próprio. Este tipo de pessoa é como o carvão, sem brilho, sem, luz e quando você o usa se suja e este lhe deixa marcas, que matam os sonhos”. Pensem nisso.








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