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Boa noite - Itabira, quinta, 19 de setembro de 2019 Hora: 20:09

COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Nossos tesouros e uma vida saudável”
08/07/2019

Você caro ouvinte já prestou atenção, se acontece com você ou com alguém do seu laço de amizade como é a maneira como se refere aos seus bens materiais? Na maioria das vezes, nossa tendência é destacar o pronome possessivo “meu”, não é mesmo? Vivemos numa sociedade que valoriza a posse, o acúmulo e a exaltação das riquezas passageiras, Você concorda com esse raciocínio?

Nas leituras bíblicas não encontramos sequer uma proibição sobre bens que possuímos como: dinheiro, casas, mansões, fazendas, sítios, mas não devemos considerá-los como um “tesouro”, conforme nos ensina o Ev. de Mateus 6.19-21.

Isto significa não pôr nossa confiança no dinheiro, nem nos bens transitórios como se eles fossem resolver todos os nossos problemas. No texto: “Tudo vem de ti, e nós apenas te demos o que vem das tuas mãos”, (1Cr 29.14b). Lemos também que Davi, de joelhos, ora a Deus agradecido pela enorme quantidade de ofertas recebidas para a futura construção do templo. Duas vezes ele ressalta que toda aquela riqueza veio de Deus, como dádivas para o povo.

Daquele tempo até os dias atuais para nós cristãos é fácil reconhecer tudo que ele tem e recebe como proveniente das mãos do Senhor, porém, realmente difícil é viver como se tudo viesse somente das mãos de Deus. É preciso aprender a viver na dependência dele, apenas das dádivas que ele nos dá. Isto não quer dizer que você caro ouvinte de nosso encontro semanal, não possa fazer uma poupança, ter emprego fixo ou pagar um plano de saúde ou sua previdência social. O desafio é viver sem a preocupação constante de como vão ser os negócios e a economia nos próximos meses e anos. No Pai Nosso sempre se roga para que Deus nos dê “o pão nosso de cada dia” hoje, mas na verdade o que queremos é o pão nosso do próximo ano agora. Já pensou nisso? Não é fácil viver de forma cristã e desprendida numa sociedade onde o consumo e o acúmulo de bens é um objetivo de vida. Porém, podemos aprender e confiar mais em Deus e no sustento. O primeiro passo é reconhecer que todos os nossos recursos vêm do Senhor. Depois precisamos aprender a ofertar. Esta é uma forma de nos desprendermos dos bens materiais e demonstrar gratidão pelo que recebemos. Quando ofertamos, retribuímos a Deus o que ele já nos deu e auxiliarmos em sua obra, contribuindo com a igreja e com os irmãos necessitados. Por fim, devemos aprender a agradecer a Deus tudo que ele nos dá. Não é preciso dar nada – apenas repassar o que Deus nos confiou. Pensem nisso e seremos felizes e colocaremos um tijolinho no céu.

Dentro desta linha de raciocínio e conduta é necessário ser uma pessoa gentil.

Gentileza não é qualidade de ser amável e gentil. É um ato praticado por pessoas que desviam sua atenção e cuidados para os outros, são pessoas que não têm má vontade, não são indiferentes e que se preocupam com o próximo. Neste espaço semanal, vamos ver como o hábito de ajudar aos outros pode se reverter de forma benéfica, não só para quem é ajudado, mas, principalmente para nós mesmos.

Vários são os atos de gentileza do dia a dia, como por exemplo, ceder o assento às pessoas idosas ou deficientes nos ônibus, lotações e filas da rede bancária; como também agradecer às pessoas que nos ajudaram em qualquer circunstância; ou, simplesmente dar um bom dia, boa tarde, boa noite, ou ainda, pedir licença quando precisar passar à frente; dar preferencia a um veículo no trânsito e elogiar, sempre que possível, as pessoas com quem convivemos. E para quê isso tudo? Simples!

Isso melhora o ambiente de convivência entre as pessoas e traz a reboque uma melhoria imensa para a saúde – se aplicada de forma sincera e com frequência diária. Você já pensou ou experimentou essas atitudes?

Em estudos realizados por diversas Universidades dos Estados Unidos com voluntários que faziam tratamento de ansiedade, a esses pacientes foi dada a missão de praticarem, por dia, um ato de gentileza. Após quatro semanas, todos os participantes estavam mais relaxados e propensos a circularem socialmente, com melhoras da frequência cardíaca e dos níveis de dopamina e serotonina, estas conhecidas, usualmente, como sendo os “hormônios da felicidade”. Em outros estudos observaram que pessoas gentis têm uma maior produção de ocitocina, o mesmo hormônio que é liberado quando a mulher entra em trabalho de parto e durante a amamentação. A ocitocina, entre várias outras funções, mantém a pressão arterial estável e previne contra inflamações vasculares, assim como a endorfina, bloqueia a dor e proporciona à pessoa atitudes de maior gentileza.

Nossa vida cotidiana, segundo Platão, filósofo grego é: “Que durante toda nossa vida precisamos de graça e gentileza”. Pessoas muito gentis se voltam, com o tempo, ao voluntariado, no intuito único de ajuda ao próximo, e, com essa atitude, têm menos risco de morrer cedo, tendo em vista que com a produção dos hormônios mencionados reduzem os níveis de estresse. Pensem nisso!

Parte desta crônica de hoje é uma adaptação do artigo “Seja gentil – vida saudável”, de autoria do Dr. Telmo Diniz (CRMG 25.398) publicada no jornal O Tempo do último domingo 30/jun/2019, página 04 – Saúde, coluna 1, em substituição minha crônica original que, muito em breve será levada ao ar pela Pontal FM. Semana que vem faremos um comentário sobre prisões de vereadores.








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