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Boa noite - Itabira, quinta, 19 de setembro de 2019 Hora: 20:09

COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Esqueçamos o mal e vivamos no vaso que dignifica”
01/07/2019

“Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo” (Jo 3.3b).

É muito comum, ao abrimos o jornal pela manhã e logo depararmos estampadas nas páginas iniciais, em letras garrafais, notícias ruins de todo tipo, e logo nos perguntamos: “por que existe tanto mal?” As causas são muitas: chuvas torrenciais que a cada ano só aumentam e o povo, os mais necessitados e desprovidos se assusta, vendo seus imóveis e pertences destruídos pela força da água e enxurradas e o desespero de ver tudo ir por água abaixo. A inércia dos governantes, estes, eleitos com os votos dos infelizes, sentirem-se insensibilizados pelo drama, e, os pobres coitados sem ação, em geral veem o retrocesso da moralidade na administração pública, e por aí se vai. Tudo perdido. Outras vezes são os descasos e abandonos com a responsabilidade social, sempre em desfavor dos necessitados, isto é, os moradores em casebres e os de rua, sem contar com os terremotos, tsunamis e desmoronamentos de barragens. Qualquer tentativa de se dar uma resposta para a pergunta sobre o que é o mal e porque ele predomina tão amplamente, sempre vai parecer pretenciosa; afinal, ninguém deu uma resposta definitiva que convença a todos. Mas o que de fato importa não é saber de onde vem o mal, mas o que fazer diante dele. Ele existe, está presente.

Como se posicionar diante de uma situação inesperadamente ruim? Desesperar-se ou manter a calma? Jogar tudo para o ar, ou para e pensa no que fazer? No texto bíblico: “Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo” (Jo 3.3b), João nos relata que certa vez uma torre caiu sobre 18 pessoas em Jerusalém, matando todas, fato este acontecido e narrado no AT. Tempos depois, já no NT, os fariseus, como nós hoje em dia, perguntaram a Jesus se aquelas vítimas eram mais pecadoras que os outros que sobreviveram. Ou ainda, se era da vontade de Deus castigar aqueles desafortunados. Deus não tem prazer em ficar brincando com a vida das pessoas. Ele tem um plano de salvação para toda humanidade. Por isso, Jesus não responde sobre a origem do mal, mas deseja e apresenta-nos uma oportunidade para todos nós renunciarmos ao mal. Esta é a chance de sermos conscientes de quem somos. Jesus quer nos ensinar a reconhecer que somos pessoas incompletas, pecadoras, que tanto sofrem como também podem causar o mal. Quando temos um encontro pessoal com Jesus, Ele nos conduz ao arrependimento e ao “novo nascimento”, eliminando o mal que está dentro de nós porque o próprio Jesus assumiu suas consequências. O mesmo vale para qualquer pessoa, e quem nasce de novo desta forma ganha de Deus a capacidade de encarar o mal praticado pelos outros com a força do seu amor, perdoando-os e abrindo caminho para nós eliminarmos o mal do nosso próprio ambiente. Já pensou nisso? Jesus venceu o poder do mal para que todos nós, indistintamente, possamos fazer o bem. Só assim, podemos ser diferentes, pois Ele, Jesus venceu também o pecado e a morte sempre com o fito de nos livrar do mal e dar-nos a salvação. Pense nisso! É próprio do ser humano querer ter o controle da sua vida e, muitas vezes, à do seu semelhante, não é mesmo? Temos a oportunidade de executar aquilo que planejamos e fazer o que pensamos ser o melhor. Concordam com este raciocínio? Mas, quando nossos planos não são os mesmos de Deus? Nesses casos, podemos fazer valer a nossa vontade ou a dele? E adivinhe de qual dessas escolhas nós mais gostamos? Até oramos: “Seja feita a tua vontade” conforme nos ensina o Pai Nosso, mas na verdade, na verdade mesmo fazemos de tudo para que aquilo que queremos aconteça primeiro, não é verdade? Porém, é preciso entender que nem sempre o que queremos é o melhor. Eis o motivo porque muitas vezes Deus não permite que nossos desejos e sonhos se realizem – para o nosso próprio bem.

Temos dificuldade para confiar que a vontade de Deus seja perfeita e nos traga benefícios, pois na maioria das vezes nos deixamos levar por pensamentos negativos.

O egoísmo fala mais alto. Ela, a vontade de Deus é o melhor caminho, mas preferimos seguir o trajeto que nós mesmos traçamos, esquecendo-nos de que Deus é o Autor da vida. Por causa disso, às vezes precisamos ser quebrantados para aprender a confiar mais no Senhor e para que Ele nos transforme no que devemos ser. Já pensou nisso?

Neste aspecto podemos nos comparar com o vaso de barro e do trabalho do oleiro que, nos ajudam a entender por que tantas vezes Deus deixa que passemos por momentos difíceis. Deus é o oleiro e nós somos o barro. Isso quer dizer que Ele é quem tem o controle sobre nós e fará uma maravilhosa obra em nossa vida. Enquanto somos moldados, nem sempre, como o vaso, saímos perfeito como o oleiro quer em sua obra. Mesmo assim, Ele não desiste. Para deixá-la mais perto da perfeição pode, às vezes, precisar quebrar o vaso para fazer um novo. Somos, portanto, o barro nas mãos do oleiro.

Somos como um vaso que talvez precise quebrar para ser transformado por Deus, o oleiro. Ele sabe do que realmente precisamos e o que é melhor para a nossa vida.

Quando nos desviamos do seu perfeito plano, ele Deus nos aquebranta por meio de alguma situação. É a sua maneira de chamar a nossa atenção para o maravilhoso propósito de que tem para cada um de nós e nos redirecionar a Ele. Pense nisso, pois sabemos que quando Deus nos remodela, temos algum valor para Ele. Tomemos, neste momento, a leitura de Pv 16.9 como nossa luz, refletindo: “Em seu coração o homem planeja o seu caminho, mas o Senhor determina os seus passos”; pensem nisso! Pensem também: “Feliz o homem que persevera na sabedoria, que se exercita na prática da justiça e que, em seu coração, pensa no olhar de Deus que tudo vê ”, conforme nos ensina o Livro Eclesiástico 14.22). Somos todos nós barro. O oleiro, Deus. Pensem nisso!








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