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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Pessoas corajosas e os sem medo, construtores da vida?”
11/06/2018

“A coragem é a primeira das qualidades humanas, porque é a qualidade que garante as demais” (Winston Churchill). “Apenas os corajosos e os sem medo chegam ao fim, os sem coragem e os medrosos ficam no meio do caminho” (André Tavares). “Um covarde é incapaz de demonstrar amor. Isso é privilégio dos corajosos e dos sem medo” (Mahatma Gandhi).

Meus amigos e amigas, companheiros e ouvintes de jornada semanal neste canal de comunicação: como ouviram, iniciamos esta crônica com os pensamentos de Winston Churchill, André Tavares e Mahatma Gandhi como ponto de partida e circunstancial do assunto que versaremos: “Pessoas corajosas e os sem medo”.

Como sabemos, “pessoas corajosas” existem, porém, a maioria é sempre esquecida, isto porque o ser humano é revestido de ingratidão, quando não no esquecimento formal.

Aliás, mais no esquecimento formal do que na ingratidão. Não se preocupem, pois é da natureza humana. “Pessoas corajosas” sempre houve e haverá enquanto existir vida, assim como os covardes. A palavra coragem, que advém do latim cor, cordis que significa coração, do coração, indica-nos que nossa coragem depende do quanto colocamos o coração naquilo que fazemos. Os sentimentos advindos do coração do corajoso tem vida intensa, tem calor, tem alegria, possuem cor “viva”, por isso, certo filósofo exclamou em determinada oportunidade dizendo: “Não há coragem triste”.

Quem é corajoso enfrenta os desafios com confiança, não se preocupa com o pior e vai mais além. Tem a capacidade de confrontar o perigo, a dor, o medo, a incerteza ou intimidação. Vive lutando e enfrentando os problemas e as barreiras e possui a força positiva para combater os momentos tenebrosos da vida. Talvez, você caro ouvinte não saiba que os dicionários da língua portuguesa, a palavra “coragem” possui vários sinônimos, como por exemplo: firmeza de espírito, energia diante do perigo, ânimo, intrepidez, valentia e perseverança. Coragem, no sentido estrito da palavra é também a capacidade de ousar, de ouvir e expor nossas emoções, de posicionar-se diante das pessoas, de buscar o que deseja, de ir adiante, de enfrentar desafios, de modificar nossa vida, de movimentar o nosso cotidiano e até mesmo olhar para dentro de nós mesmos e nos enfrentar, quando a dúvida é o percalço para prosseguirmos nossa jornada. Quando somos corajosos, sentimos uma onda de prazer, um orgulho de termos tentado e de termos sido autênticos, pois fizemos o que o nosso coração pedia. Já pensou nisso. Esta é uma realidade no nosso viver, não é mesmo? O nosso grau de felicidade vai depender muito da intensidade de coragem que exercitarmos. Esta é outra realidade. Toda aquela pessoa que exercita a coragem, que toma atitudes que precisam ser tomadas, que admite erros em sua conduta de vida, assume responsabilidades em sua vida e por tudo que faz reconhecendo suas imperfeições, sim, imperfeições, esta é uma pessoa diferente. Como seres humanos, possuímos o privilégio do livre-arbítrio, portanto, estamos constantemente fazendo escolhas, sejam elas certas ou erradas, mas temos este dom definido. Se usarmos a coragem para realizar as coisas que necessitamos, podemos fazer escolhas para e como mudar nossa vida e a nós mesmos, buscar a felicidade, fazer o próprio destino, ter autonomia, amar a quem queremos, conviver bem com as pessoas e, se quisermos ser livre, nada nos impedirá, pois fazemos o que desejamos. Não é mesmo?

Assim como a vontade nos dá a direção a seguir, é a coragem que nos move para sermos e fazermos aquelas coisas que o nosso coração manda.

Aqui cabe uma interpretação: um dos pressupostos para se praticar a coragem é possuir a autoconfiança, pois quem confia em si mesmo possui a segurança íntima para ousar e correr riscos ao realizar tudo em que se acredita e deseja. Este é o grande segredo.

Portanto, meus amigos e amigas, a coragem é o termômetro da vitória. Porém, é de bom alvitre lembrar que a derrota, sem dúvida alguma, também faz parte deste contexto como sempre acontece na vida, mas com a derrota esta, sempre vem a ser, o alicerce de uma nova caminhada em nossos desejos, vontades que a própria vida nos oferece, isto é, uma reconstrução da autoconfiança que necessitamos para praticar a coragem e realizar tudo em que se acredita e deseja. Aí, o autoconhecimento é fator essencial para o desenvolvimento da nossa confiança ao descobrirmos “quem somos” ou “o que somos”.

Sem este conhecimento profundo de nós mesmos, nós vamos confiar em que ou em quem? É, exatamente, neste instante que, em muitas vezes, somos desafiados ou defrontados com situações que nos causam perdas, quedas, decepções e frustrações, sendo, exatamente, este momento que precisamos de coragem, coragem mesmo para dar a volta por cima, levantar a cabeça e continuar a caminhada. Às vezes ela é difícil, muito difícil, pois essas situações são inevitáveis e é o instante em que necessitamos enfrentá-las com determinação ao longo do tempo. É necessário persistir na luta mesmo que os resultados ainda não sejam satisfatórios. Acima abordei a palavra entusiasmo. O entusiasmo é a qualidade que, muitas vezes são atributos dos corajosos. É ter Deus dentro de si, ou seja, possuir a energia mais potente e saudável que existe dentro de nós. Em seu íntimo o entusiasmo possui alegria contagiante, paixão, ardor, calor, arrebatamento. Este sentimento é de tal modo evidente que não passa despercebido por ninguém. Ele é magico e contagiante. Já pensaram nisso? Por outro lado, o medo é aquele sentimento que impede de nos expressar de acordo com a nossa consciência e nos valores que possuímos e nos dificulta em falar, pensar e agir espontaneamente. Quem não vive de acordo com suas convicções, valores e seus sentimentos, vive longe de si mesmo. Pense nisso! O medo dificulta o nosso crescimento e avanço, gerando, por consequência, o desequilíbrio das emoções. Lembrem-se de que a “maioria” de todos nós aprendeu a ter medo em função da educação recebida quando éramos crianças, na nossa infância, onde convivíamos de perto com a repressão praticada por nossos pais e na escola. Por isso, fomos tolhidos em desenvolver a segurança íntima e a fazer nossas próprias escolhas.

Tomar consciência do medo que sempre sentimos e do seu poder maléfico é o primeiro passo para fazermos nossas próprias escolhas e não mais senti-lo em nosso íntimo.

Doravante, Pensem nisso também.








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