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POLITÍCA
Rodrigo Pacheco critica volta da CPMF defendida por Dilma Rousseff
09/08/2018

O pré-candidato ao Senado por Minas Gerais, deputado federal Rodrigo Pacheco (Democratas), criticou, nesta quarta-feira (8), em Montes Claros, a afirmação da ex-presidente Dilma Rousseff que, em Belo Horizonte, na noite da última terça-feira (7), defendeu a volta da CPMF e declarou que o povo brasileiro paga pouco imposto.

A ex-presidente que, em 2016, foi retirada do comando do país por meio de um processo de impeachment, disse ser “grave’ não termos o retorno da CPMF [imposto que taxava transações financeiras] no Brasil. Rodrigo Pacheco afirmou que o brasileiro não aguenta mais pagar tantos impostos e taxas.

“Considero que foi uma declaração muito infeliz porque, quando se diz que o brasileiro não paga muito imposto, ela só pode ter se referido a brasileiros que não moram em Minas Gerais. Porque os mineiros pagam muito imposto. Isso é público e notório. Nós temos uma carga tributária muito elevada, então não é algo que se possa dizer do brasileiro e, ainda mais, do mineiro. Nós temos uma carga tributária muito elevada, proibitiva e, sinceramente, não consigo compreender que alguém diga o contrário”, afirmou Pacheco, após se encontrar com o prefeito Humberto Souto. Pacheco participou ainda do lançamento da candidatura à reeleição da deputada federal Raquel Muniz (PSD).

Sobre a sua campanha, Rodrigo Pacheco reafirmou que sua pré-candidatura ao senado, na chapa majoritária que concorrerá ao governo liderada pelo senador Antonio Anastasia (PSDB), foi fruto de “um grande apelo nacional” para convergir forças para Minas Gerais dentro de um “propósito comum” de tirar o estado da sua total inatividade.

“Os desafios são grandes. Nós temos uma grande responsabilidade com o estado, e essa responsabilidade será dividida. Vamos assumir essa responsabilidade em conjunto, em um grande processo de união”, declarou.

Rodrigo Pacheco afirmou ainda que sua decisão de concorrer ao senado foi tomada pensando nos mineiros e em uma união de forças que possa fazer o estado voltar a crescer e que tenha alinhamento com o governo federal para conseguir os recursos necessários para Minas.

“Estou honrado com essa minha posição, acho que ela foi importante para a convergência em Minas Gerais e, sobretudo, uma convergência que levará o candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) ao segundo turno, porque nosso colégio eleitoral é muito importante no cenário nacional.

Assessor de imprensa: Alex Capella








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